
a conversa da vez é com a mari kruger, que é pesquisadora, bióloga, cientista, DJ e um dos maiores fenômenos de comunicação em rede social do brasil. a gente conversou sobre um lugar que tanto eu quanto ela temos enquanto ocupação: o de um “influenciador” que trabalha com informação e os desafios e contradições disso se sustentar a partir de um modelo publicitário. esse fenômeno não é novo, mas essa versão super-individualizada do influenciador-empresa, onde nos tornamos operações completas de marcas de nós mesmos - vitrines e back-office - se consolidou na pandemia. esse formato produz situações onde eu e todos os outros que trabalham com esse modelo na internet sejamos nós mesmos os nossos órgãos reguladores e nossos códigos de ética e muita coisa em muitas situações onde tudo é muito cinza. tudo é muito. pode existir, então, influenciador do bem? edição, trilha e tratamento do @guslanzetta uma distribuição de atabaque produções identidade visual de carolina munhoz links: pesquisa: 75% dos jovens brasileiros sonham em ser influenciadores ‘o bonde do tigrinho’, matéria da piauí sobre virgínia o trabalho de mari krüger nas redes sociais This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com