
Erika lê Adriano Lobão Aragão Não cantaremos o amor ainda que nos fosse permitido não cantaríamos o amor se há profusão de tradições diante da dúvida não reclamaremos se parecermos pobres demais para os cantares nem traremos à tona sensações submersas do passado da infância das profundezas de onde provém a própria vida e ainda que em nossos túmulos habitem novamente flores amarelas e medrosas não cantaremos este amor que resultou inútil.