
Nesse cap. Clarissa fala sobre a criatividade da Mulher selvagem e como e importante. Ela nunca se cessa e não e um ato isolado da vontade, não e uma demanda, mas, um desejo. No conto A chorona, encante-se com sua descrição . A poluição do rio da psique impede que a mulher seja criativa. O rio simboliza uma forma de generosidade feminina que desperta, excita e cria paixão. Os olhos das mulheres cintilam quando criam; suas palavras saem melodiosas; seu rosto fica ruborizado; seu cabelo brilha. A cultura pode pressionar e dizer para as mulheres que suas ideias não fazem sentido, que e um vão seus esforços. Isso e poluição no rio. Envenena a psique. Esse enlameamento da vida criativa invade todas as cinco fases da criação: a inspiração, a concentração, a organização, a implementação e a manutenção. Elas se vêem facilmente perturbadas por casos de amor, pelo excesso de trabalho, pelo excesso de lazer, pela fadiga ou pelo receio de fracassar. As desculpas são outra forma de poluição. O animus e trazido como sendo o braço do artista e a mulher, o artista. A mulher o motorista e o animus acelera o veículo; Ela compõe a canção e ele escreve a partitura; ela imagina, ele da conselhos . Sem ele, a peça fica escrita na imaginação, mas nunca e escrita e nunca e representada.