
Nesse episódio, Žižek começa a declaração que o Superereu nos forca a gozar. Ele é o imperativo do gozo. Para Lacan, gozar não é uma maneira de seguir nossas tendências espontâneas, é o que fazemos com o tipo de dever ético estranho e distorcido. Trás a diferença entre o ideal do eu, o eu ideal e o Supereu. Como isso se relaciona com a tríade simbólico-real-imaginário? Como O analista age na clínica com seu analisante?