
Este podcast foi criado como uma ferramenta didática no período de isolamento social causado pela pandemia de COVID-19 em 2020 e 2021. Para auxiliar as alunas e alunos na leitura dos textos dos componentes curriculares que ministro no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Francisco, resolvi ler todos os trabalhos em voz alta e gravar este áudio. Considerei que nem todos nossos alunos estão com acesso a telas adequadas para a leitura de textos longos e mais densos como os artigos científicos solicitados a eles, e que o áudio auxiliaria as turmas que poderiam ler o texto no PDF ou ouvir seu conteúdo via podcast. Ou fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Este podcast é gravado e editado de forma caseira, por uma professora e seu laptop na sala de casa, e contém interferências da vida cotidiana, erros de pronúncia, algumas gaguejadas e pequenas repetições de frases que passaram na edição. Este podcast não tem fins de monetização e não se pretende um trabalho profissional. Ele não deve ser citado como fonte em trabalhos acadêmicos. Todos os trabalhos lidos aqui devem ser buscados os originais nos links que serão disponibilizados na descrição, e este áudio não substitui em momento algum os trabalhos lidos. Neste episódio do podcast faço a leitura completa do artigo Cenografias e corpografias urbanas: um diálogo sobre as relações entre corpo e cidade, de autoria das pesquisadoras Fabiana Dultra Britto e Paola Berenstein Jacques, ambas da UFBA. O artigo publicado na revista online Cadernos PPG-AU/UFBA, pode ser lido pelo link: https://periodicos.ufba.br/index.php/ppgau/article/view/2648 Para citar, busque o original: BRITTO, Fabiana Dultra; JACQUES, Paola Berenstein. Cenografias e corpografias urbanas: um diálogo sobre as relações entre corpo e cidade. Cadernos PPG-AU. Vol. 7, edição especial (2008) - Paisagens do Corpo. P. 79 - 86. http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/1280. Resumo "Reconhecer a cidade como um ambiente de existência do corpo, que tanto promove quanto está implicada nos processos interativos geradores de sentido implica reconhecê-la como fator de continuidade da própria corporalidade de seus habitantes. O estudo das corpografias, das possibilidades de relações entre corpo e cidade, pode contribuir para o necessário questionamento da atual estetização e espetacularização da cultura, da cidade, da arte e do corpo, sobretudo ao propor-se como fator de articulação entre políticas culturais e territórios urbanos."