
Imersão bíblica Jó 29-31: As boas obras de Jó “(“Ah, se alguém me ouvisse! Agora assino a minha defesa. Que o Todo-poderoso me responda; que o meu acusador faça a denúncia por escrito. Eu bem que a levaria nos ombros e a usaria como coroa. Eu lhe falaria sobre todos os meus passos; como um príncipe eu me aproximaria dele.)” Jó 31:35-37 NVI O segundo monólogo de Jó. Ele faz sua defesa final e apresenta três argumentos: 1. Seu passado de membro respeitado da comunidade. Ele fazia tudo que era esperado de alguém honrado: era honesto, ajudava os pobres e viúvas e não cometia crimes. 29.7-10 2. Ele lamenta seu infortúnio. Agora, no entanto era desprezado (30.1-15) e, estava em constante sofrimento (30.16-23). 3. Finalmente, Jó faz um série de juramentos para afirmar sua inocência. Ele jura que não cometeu adultério (31.9-12), não maltratou seus servos (31.13-15), cuidou dos necessitados (31.16-23), não adorou outros deuses (31.24-28) não se alegrou com o mal e não foi hipócrita (31.29-34) e não usou a terra desordenadamente (31.38-40). 4. No meio de tudo isso, Jó faz um parêntese para clamar para que alguém o ouvisse e apresentasse a sua acusação. (31.35-37). Algumas reflexões sobre a passagem: * Jó nos ensina o perigo da confiança nas obras. Ele confiava que suas obras eram suficientes. * Os crentes são aceitos por Deus para as boas obras e não por causa das boas obras. * Os que estão em sofrimento podem colocar toda sua confiança em Yahweh. Não somos daqueles que merecem por nossa capacidade, somos daqueles que foram aceitos por causa de outro.