
Levítico: Santidade ao Senhor - 24.1-23: Na presença de Deus ”Depois que Moisés falou aos israelitas, estes levaram o que blasfemou para fora do acampamento e o apedrejaram. Os israelitas fizeram conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés.“ Levítico 24:23 NVI A passagem ressalta três princípios acerca do tabernáculo e da comunidade. 1. O candelabro com sete hastes que ficava no lugar santo deveria ser mantido constantemente aceso. 24.1-4 2. Doze pães simbolizando as doze tribos de Israel continuamente diante da presença de Yahweh. 24.5-9 3. A condenação de um indivíduo por blasfemar contra o Senhor. 24.10-12 4. O estabelecimento da lei de talião entre os israelitas. 24.13-23 5. A declaração pactual de Deus é a fórmula da obediência de Israel é proclamada. 24.22-23 Algumas aplicações sobre o texto: 1. Não podemos confundir as leis nacionais de Israel com a lei de Deus. 2. O princípio destacado é que todos estão diante da presença de Yahweh e ele retribui a cada um conforme suas obras. 3. A lâmpada continuamente acesa e as tribos continuamente na presença de Deus. 4. Deus não precisa de defensores e não podemos falar o que o texto não fala. 5. A punição não é demasiadamente pesada. A previsão de morte em caso de pecado continua valendo: ”Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, o nosso Senhor.“ Romanos 6:23 NVI 6. Para todos os que se arrependem de seus pecados, o Senhor promete o dom da vida eterna. 7. O segundo princípio está conectado ao primeiro. Morte ou vida. 8. Deus é o Senhor de toda terra. Ele pode dar ou tirar a vida é isso não faz dele um asssassino, pois, toda vida pertence essencialmente a ele. 9. Jesus advertiu os Israelitas acerca da utilização incorreta da lei de Moisés. ”― Vocês ouviram o que foi dito: “Olho por olho, dente por dente”. Mas eu digo: não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça‑lhe também a outra.“ Mateus 5:38-39 NVI 10. Moisés aguardou a sentença de Deus a respeito do blasfemador. 24.12. Deus não permitiu a vingança, mas a justiça. O texto mostra que estamos continuamente na presença de Deus e que somente por meio do arrependimento e da fé na obra de Cristo que alcançamos sua benevolência.