
Conta a história que Dario III, rei da Pérsia, cometeu erros de estratégia de guerra quando foi derrotado por Alexandre, o Grande. Informado do possível infortúnio de suas estratégias por Charidemos, Dario III mandou matá-lo. Também, Gengis Khan, valorizava, mas temia os mensageiros, pois quando a mensagem trazida era ruim, ou não poderia ser espalhada, Gengis Khan não titubeava em matar o mensageiro na hora. Assim nasceu uma expressão em latim que apresento em português. Não mate o mensageiro Devemos receber críticas, mensagens e notícias desagradáveis ou oposição às nossas ideias e preferências sem matar o mensageiro. A contradição e a oposição são necessidades e devem fazer parte de nosso cotidiano, pois nos leva à nossa evolução. É a própria essência da democracia.