
Após mais de três décadas da Constituição Cidadã, muitas cidades ainda não têm Defensoria Pública. Elas remontam um período que não existia defesa para os mais pobres. Mas você sabe como era um mundo totalmente ausente de Defensoria? Desta vez, o Levante 129 vai conduzir você a um universo de distopia, quase apocalíptico. De uma maneira bem humorada e reflexiva, vamos avançar e retroceder para momentos da história como a era medieval; para Roma Antiga, na época do Império Romano; e até para os tempos do cangaço aqui no Nordeste. Mas também vamos contar histórias marcantes sobre o que acontece quando a Defensoria chega em um município. Fomos até Ipiaú, cidade do interior da Bahia, que no meio da pandemia recebeu pela primeira vez na sua história uma sede da Defensoria Pública, e que em apenas meio ano já realizou mais de 1200 atendimentos. A jornalista Tunísia Cores ouve ipiauenses na sede da instituição, nas ruas, e também nas próprias casas delas, que contam como a instituição ajudou a melhorar a vida da população local. E os defensores de Ipiaú, Rebeca Lima e Raphael Varga (DPE/BA), revelam defesas curiosas que fizeram. Nesse episódio, especialistas também explicam a falta de defesa nos tempos antigos e mostram o trabalho de personagens históricos que já faziam naquela época o que os/as defensores/as viriam a fazer depois, em larga escala. Olha a potência dos convidados: o defensor Cléber Francisco Alves (DPE/RJ), PHD que pesquisa a assistência jurídica pelo mundo; a historiadora Elciene Azevedo, PHD que estuda a história de Luiz Gama; e a jornalista Mônica Celestino, doutora em história, que estuda a trajetória do Major Cosme de Farias. Vem fazer essa viagem no Levante 129!