
Um belo dia, eu estava no ponto de ônibus e duas ideias me irromperam a mente, justamente nesse tom de dualidade. De um lado, me veio a música interpretada pela nossa gloriosa Elis Regina, que diz que “apesar de termos feito tanto, tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais” (inclusive acho essa fala tão forte…). E, de outro lado, me veio a frase que é tão comum especialmente dos vovôs e vovós, de que a juventude está perdida, o mundo está perdido com essa juventude… Afinal, somos tão diferentes a ponto de colocar tanto a perder? Ou seguimos repetindo a forma de viver dos nossos pais?