
Quando tudo parece perdido, Deus protege no silêncio aquilo que ainda vai restaurar sua vida. Na sexta-feira da 11ª Semana do Tempo Comum, a liturgia apresenta, em 2 Reis 11,1-4.9-18.20, a tentativa de Atália de exterminar a descendência real e a coragem de Josaba, que salva o pequeno Joás e o esconde no templo. O Salmo 131(132) recorda a fidelidade da promessa feita a Davi. Em Mateus 6,19-23, Jesus revela que o coração segue aquilo que considera seu tesouro e que o olhar pode encher toda a vida de luz ou de escuridão. Esta Palavra alcança quem está cansado de proteger sozinho a pequena brasa da esperança. Deus não despreza uma fé ferida nem espera que nosso coração esteja perfeitamente organizado para fazer nele sua morada. Ele entra em nossa fragilidade, preserva o que parecia condenado e nos ensina a reconhecer aquilo que domina silenciosamente nossas escolhas. A verdadeira segurança não está no acúmulo, na comparação ou no controle, mas na confiança, na generosidade e no amor oferecido sem buscar reconhecimento. Acompanhe nossa comunidade: curta, inscreva-se e siga conosco aprofundando a Palavra que ilumina a vida. Paz e bem! Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.