
Correção fraterna exige coragem e caridade: como falar a verdade sem humilhar e sem abandonar quem precisa de cuidado? No 23º Domingo do Tempo Comum, a Palavra percorre um caminho exigente: Ezequiel apresenta a sentinela, o Salmo pede um coração aberto, Paulo recorda a dívida permanente do amor e Jesus ensina a buscar o irmão sem expô-lo nem humilhá-lo. Correção fraterna não é controle nem superioridade moral. É responsabilidade vivida com mansidão, respeito à liberdade e desejo de reconciliação. Em vez da murmuração e do julgamento à distância, o Evangelho propõe proximidade, diálogo e cuidado. Se esta Palavra ilumina uma relação concreta, escolha um passo possível: escute primeiro, procure a pessoa e converse sem expô-la. Paz e bem! #LiturgiaEVida #CorrecaoFraterna #TempoComum Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.