
A falta que faz o mar é o que une as pessoas em um conto que é uma celebração do litoral escrito por uma escritora do “deserto”, a paraguaia Delfina Acosta. O texto, o melhor da temporada, apresenta em uma metáfora divertida o símbolo que é a falta de água salgada na identidade nacional do Paraguai. Como “bônus track” apresentamos a Antologia Panamericana, que inclui uma bela tradução de Julián Fuks para esta história. Instagram @escritorbrunobucis