
As “fake news” entraram no dia a dia de todos. São aos milhares todos os dias. Nos telefones, nos computadores. A dúvida é quais os seus efeitos na decisão, por exemplo, no momento de votar. A resposta é de Gustavo Cardoso, coordenador do MediaLab, laboratório que estudou o fenómeno nas últimas campanhas eleitorais em Portugal: “Pode fazer mossa, mas nós não sabemos qual é o grau dessa mossa.” A desinformação pode ser uma das “armas de combate político” usada pelos partidos. Gustavo Cardoso alerta: não se deve “é normalizar a desinformação como sendo uma coisa que deve e que não tem problema nenhum”.