
Contactou com várias artes mas foi a cerâmica que lhe roubou o coração. Mané Pupo vivia de exposições até à grande crise de 2008, que obrigou os artistas a virar-se para o artesanato contemporâneo. Num processo muito natural, as peças ganharam notoriedade e acabou por fundar a marca Rosa Malva, um nome que nasceu de uma “discussão com uma parede” por causa da cor. São peças que contam histórias reais da vida da artista e que agora podem ser compradas também no novo espaço que abriu este mês na Rua do Rosário, no Porto.