
Desde a Era de Ouro de Hollywood, o arquétipo da femme fatale tem hipnotizado e perturbado o público, ganhando diferentes conotações com o passar das décadas. Nos primórdios cinematográficos, o arquétipo brotou com tons mágicos com o surgimento de uma mulher chamada Theda Bara. Eu sou Júlia Gavillan e esse é o Mais que Um Filme.