
Aqui está a notícia do episódio 12 do podcast “Voz da Campanha”, adaptada com a mesma estrutura uniforme dos anteriores publicados no Mais Ribatejo: No 12.º dia da campanha eleitoral para as legislativas de 18 de maio, o cansaço começa a notar-se entre os líderes partidários, mas a disputa pelo voto intensifica-se com mensagens cruzadas, alertas estratégicos e até episódios inesperados — como a nova hospitalização de André Ventura, que voltou a afastar-se da campanha. No episódio de hoje do podcast “Voz da Campanha”, da Agência Lusa, com Cristina Cardoso e Paula Lagarto, ouvimos os principais protagonistas a insistirem nas suas mensagens-chave: André Ventura (Chega) foi hospitalizado após se sentir mal numa ação de campanha em Odemira. Foi transportado para o Hospital de Santiago do Cacém e, posteriormente, para Setúbal, onde aguardava um cateterismo. Já no dia anterior, tinha sentido um episódio semelhante em Tavira. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, telefonou-lhe: “Espero que recupere, melhore e tenha juízo.” Apesar da ausência do líder, o Chega continuou a campanha com uma arruada em Pegões, liderada por Pedro Pinto. Pedro Nuno Santos (PS) visitou a Feira de Gondomar, onde foi surpreendido com um pedido de casamento, mas manteve o foco político: “Temos de nos perguntar se quem nos atirou para eleições por se sentir apertado merece ser reeleito.” Luís Montenegro (AD), em campanha no Porto, procurou desdramatizar a hipótese de não haver maioria: “A democracia encontra sempre saída. Não vou dizer que o país acaba se não houver maioria. Confio no julgamento do povo português.” Rui Tavares (LIVRE) propôs a redução do IVA para 21%, à semelhança do modelo espanhol, mas alertou para a necessidade de cautela e negociações europeias. Rui Rocha (IL) rejeitou o apelo ao voto útil: “É um voto fraco, de quem quer ganhar na secretaria. O voto na IL é forte, de mudança e de responsabilidade.” Paulo Raimundo (CDU) esteve no Barreiro, onde brindou ao povo com moscatel, e reafirmou que o partido não se desvia dos seus princípios: “Salários, pensões, habitação, saúde — é este o farol do nosso povo.” 📌 No penúltimo dia antes do fecho da campanha, a caravana dos partidos percorre os últimos quilómetros, entre apelos à estabilidade, críticas cruzadas e reforço da identidade política de cada força. 🔊 Ouça aqui o episódio completo: