
Com base na transcrição do episódio de 9 de maio do podcast "Voz da Campanha", aqui está o modelo de publicação para o Mais Ribatejo: No sexto dia da campanha para as legislativas de 18 de maio, o tema da governabilidade ganhou destaque depois de uma intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa, que afirmou querer nomear um governo com garantias de que o programa será viabilizado no Parlamento. Neste episódio do podcast “Voz da Campanha”, da Agência Lusa, com as vozes de Cristina Cardoso e Paula Lagarto, os partidos alinharam (ou não) pela palavra de ordem do Presidente: Pedro Nuno Santos (PS) garante diálogo e estabilidade se vencer, e critica a possibilidade de coligação entre AD e IL; Luís Montenegro (PSD/AD) evita cenários futuros, acusa o PS de recorrer ao insulto e pede voto útil; Rui Tavares (LIVRE) relembra que a esquerda ainda pode garantir mais deputados e critica o foco nas sondagens; Inês Sousa Real (PAN) defende que o Presidente devia manter o silêncio institucional e não induzir voto útil; André Ventura (Chega) apresenta o seu partido como “única garantia de estabilidade à direita”; O caso dos cartazes do Chega que irritaram Montenegro foi analisado: o Tribunal Civil de Lisboa manteve os cartazes por considerar que não violam a liberdade de expressão; Paulo Raimundo (PCP) acusa o PSD de ofensiva contra o direito à greve e responde com um discurso vibrante: “Passa a caravana da vida de todos nós”. Frase do dia: “Pensem qual é o voto que lhes dá estabilidade para não acordarem, como aconteceu há dez anos, com um governo diferente daquele que queriam.” — Luís Montenegro 📌 A campanha entra na sua segunda metade com o debate sobre quem pode governar com quem e com o papel do Presidente a suscitar reações dos vários quadrantes. 🔊 Ouça aqui o episódio completo: [Inserir o player embed do Spotify ou link direto para o episódio] Quer que prepare já a estrutura da publicação para o episódio de hoje (10 de maio) assim que a transcrição estiver disponível? 🎧 Voz da Campanha – Episódio 6: Estabilidade em debate e cartazes em tribunal