
Faltam poucos dias para as eleições legislativas de 18 de maio e a campanha entra na sua fase final. Nesta segunda-feira, Espinho, terra natal de Luís Montenegro, tornou-se palco de passagem para quatro líderes partidários — sem que se cruzassem. No episódio do podcast “Voz da Campanha”, da Agência Lusa, com as vozes de Cristina Cardoso e Paula Lagarto, destacam-se os seguintes momentos: Luís Montenegro (AD) tentou afastar mexericos sobre a sua ligação à empresa Spinumviva e descartou “diz-que-diz” sobre negociações com a IL; Pedro Nuno Santos (PS) acusou a AD de ocultar intenções de privatização das pensões e criticou “a confusão na coligação” entre PSD e CDS; Inês Sousa Real (PAN) apelou ao voto cooperativo para combater a crise climática, a violência doméstica e defender os direitos dos animais; Paulo Raimundo (PCP) passou a receita: “vacina contra os ataques aos direitos”, defendendo o regresso da CDU a pelo menos seis deputados; Rui Rocha (IL) respondeu a Montenegro exigindo “transparência” sobre conversações pré-campanha; Mariana Mortágua (BE) reafirmou que o Bloco é a linha de resistência contra o Chega e garante que o partido “representa a democracia”; E Rui Tavares (LIVRE) respondeu à pergunta: e se o Livre fosse um gato? Frase do dia: “Se o LIVRE é um gato, é um gato territorial, livre, anarquista e com noção do que quer.” — Rui Tavares 📌 A contagem decrescente intensifica-se. No domingo, mais de 10,8 milhões de eleitores escolherão os 230 deputados da Assembleia da República. 🔊 Ouça aqui o episódio completo: