
Não existem respostas prontas para enfrentar a questão, mas certamente o caminho passa por criarmos mais oportunidades de discutir o tema. Pensando nisso, convidamos a psiquiatra da infância e adolescência, com ênfase nos transtornos do espectro do autismo, Fátima Dourado, ela que também é escritora, fundadora e diretora clínica da Casa da Esperança, presidente da ABRAÇA, Associação Brasileira de Ação por Direitos da Pessoa com Autismo, e vai expandir o debate para além do diagnóstico infantil.