
O fato veio à luz no tempo em que estrada de ferro era meio de transporte, condução por excelência. Viajava-se com conforto e distinção, sobretudo nos carros Pullman, da Paulista, em conexão com a Araraquarense. Havia também o carro restaurante, charmoso, que conferia aos viajantes a sensação de estar participando de um filme do tipo Assassinato no Expresso Oriente, da Agatha Christie. Veja a crônica na íntegra em http://marciliodias.com