
Se partirmos do pressuposto de que o racismo é estrutural e estruturante da sociedade brasileira, o ensino jurídico no país não está imune a ele. Uma das principais formas que ele se manifesta na educação jurídica é por meio da pretensão de neutralidade e objetividade.Entretanto, neutralidade e objetividade em uma sociedade desigual como a nossa pode manter e promover desigualdades. Um dos caminhos para se romper com esse ciclo é promover uma educação jurídica que esteja ciente dos reais problemas do país. É necessário uma educação jurídica politicamente engajada. Para isso, nas palavras dos próprios entrevistados: “é preciso se descolonizar, se aquilombar, abrindo-se à pluralidade de formas de resolução de conflitos que (para além daquelas validadas pelo formalismo jurídico) despontam de nossas relações cotidianas”. Nesse dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra no Brasil, conversamos com o Professores Adilson Moreira e PhelippeAlmeida, sobre sua última obra: Manual e Educação Jurídica Antirracista. Gostou de nosso trabalho, quer contribuir financeiramente com o Mas e se? e receber recompensas? Clique aqui! Curriculo Lattes dos Entrevistados: Adilson José Moreira: http://lattes.cnpq.br/5000533433328533 Phelippe Almeida: http://lattes.cnpq.br/5125892121530411 Fixa técnica: Produção, edição e mixagem: Deivide Ribeiro Designer de capa: Gluck designer criativo Imagem utilizada: Capa do Livro: Manual de Educação Antirracista (Editora contracorrente); Trilhas sonoras utilizadas: Blue dot e Bibioteca de audio do Youtube.