
Não seria a primeira e nem a última vez que ouviremos alguém falando que o diagnóstico foi equivocado. A gente volta a esse assunto motivado por uma postagem do Dr. Paulo Liberalesso sobre um garoto com transtorno do processamento sensorial (TPS) diagnosticado como autista. E aí? Podemos falar sobre a diferença entre diagnóstico precoce e pressa para diagnosticar? Ninguém merece um rótulo para carregar tão pouco as horas mal dormidas e choradas porque alguém preferiu não coletar mais informações. Abordamos também a necessidade de experiência para diagnosticar.