
Seguindo na campanha Setembro Verde, que promove a conscientização da doação de órgãos, hoje falaremos sobre a doação após a morte. O doador falecido é um paciente internado em Unidade de Terapia Intensiva com morte cerebral ou morte constatada por critérios cardiorrespiratórios. Após a morte cerebral, podem ser doados coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, vasos, pele, ossos e tendões. Após a parada do coração, podem ser doados apenas tecidos para transplante: córnea, vasos, pele, ossos e tendões. Para a doação após a morte, não é possível escolher o receptor.