
Albert Einstein, frequentemente considerado o pai da física moderna, escreveu: “O importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua razão de existir. Não podemos deixar de ficar admirados ao contemplar os mistérios da eternidade, da vida, da maravilhosa estrutura da realidade. Basta que tentemos compreender um pouco desse mistério a cada dia. Que nunca percamos a sagrada curiosidade”. Vivemos em um mundo de mistérios, não é mesmo? A ciência moderna tem nos demonstrado uma complexidade incrível que existe em praticamente todos os níveis da existência. E, se é assim nas simples coisas físicas, quanto mais nas espirituais? A Bíblia está repleta de histórias de pessoas curiosas muito parecidas com cada um de nós – homens e mulheres que têm perguntas, medos, esperanças e alegrias, que estão buscando a verdade e procuram respostas para as perguntas mais difíceis da vida. “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim” (Ec 3:11). O que Salomão quis dizer nesse texto? Alguns traduzem a palavra hebraica ‘olam como “eternidade” e outros como “a percepção do passado e do futuro”. Então, de acordo com esse verso, Deus colocou no coração e na mente do ser humano uma percepção do passado e do futuro, a própria eternidade. Ou seja, somos capazes de pensar sobre as importantes questões da vida e da nossa existência em geral. Evidentemente, as Escrituras desempenham aqui uma função central. Quem somos nós? Por que estamos aqui? Como devemos viver? O que acontece quando morremos? Por que existe mal e sofrimento? Essas são perguntas que os que buscam a verdade têm feito desde o início da História. Que privilégio e que responsabilidade é sermos capazes de mostrar algumas respostas a essas pessoas que buscam! O que é a educação cristã, senão o ato de mostrar às pessoas essas respostas, encontradas na Palavra de Deus?