
Um iyawô (recém iniciado) faleceu após o processo de iniciação no candomblé, dia 22 de setembro, no Rio de Janeiro. As informações divulgadas até então dão conta de que o rapaz, de 22 anos, era diabético e necessitava de insulina diariamente, medicação que não foi ministrada durante os 21 dias de recolhimento, levando-o à morte, um dia após sua saída. Qual a (i)responsabilidade do babalorixá neste caso? Quem explica é Hédio Silva Júnior, advogado das religiões Afro-Brasileiras no Supremo Tribunal Federal (STF), doutor em Direito, ex-Secretário de Justiça do Estado de São Paulo, coordenador Executivo do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro).