
Mistura de ficção e realidade, que remonta à infância do autor de 82 anos no interior da Bahia, “Querida cidade” ressoa angústias ainda muito comuns a jovens que deixam suas pequenas cidades para cursar o ensino superior em polos econômicos. Dificuldades para manter os estudos, pagar as contas e a incerteza quanto ao futuro profissional atravessam o protagonista, que é o representante ficcional de um enorme contingente mantido na invisibilidade.