
Portugal recuperou nos níveis de poupança, mas as famílias continuam a concentrar grande parte do património na habitação e nos depósitos bancários. No Money Money Money, João Vieira Pereira conduz uma conversa com Nuno Gonçalves, da Deloitte, Isabel Guerreiro, CEO do Santander Portugal, e Pedro Carvalho, CEO da Tranquilidade, sobre os hábitos financeiros dos portugueses e os obstáculos à diversificação do investimento. Apesar de a taxa de poupança se situar nos 12,5%, os depósitos representam cerca de 44% dos ativos financeiros das famílias. A capacidade de poupar está também concentrada: 20% das famílias contribuem para mais de metade da poupança. O debate aborda as limitações impostas pelos rendimentos, a literacia financeira, a preferência por produtos de capital garantido e a dificuldade em distinguir o dinheiro necessário no curto prazo daquele que pode ser investido para objetivos futuros, como a reforma, a educação dos filhos ou a compra de casa. See omnystudio.com/listener for privacy information.