
Um dia, andando pelo corredor de um supermercado, Tali Yankelevich, documentarista, escutou uma conversa entre dois funcionários daquela loja. “O que se passa na cabeça de uma pessoa que faz um trabalho extremamente repetitivo? Mesmo num corpo preso dentro desse universo da repetição, tem algo que vaza… que é da própria essência humana. Uma espécie de mecanismo de sobrevivência que é do humano e que é fascinante”. A resposta se tornou filme. “Meu querido supermercado”, lançado em 2019.