
Jesus, o bem-aventurado por excelência, chorou. Não por si mesmo, ou pelas suas dores, mas pela resistência do ser humano ao amor de Deus e pelo sofrimento que o pecado impõe à vida humana. Quando movidos pela graça divina, choramos o nosso pecado; quando percebemos que Deus é rejeitado pela humanidade, ou quando choramos o sofrimento do próximo, vivemos essa bem-aventurança e nos é concedida a graça de sermos felizes em meio às contrariedades da vida humana.