
"...Ó Senhor, sara-me porque os meus ossos estão pertubados" (v.3) "...liberta a minha alma; ó salva-me por causa das tias misericórdias" (V.4) O paralelismo entre meus ossos e minha alma demonstra que o sofrimento não era apenas físico, mas também psicológico e emocional. O sofrimento nunca é unidimensional (apenas físico, apenas psicológico ou espiritual); ele envolve a pessoa como um todo.