
Tudo se faz para tentar mostrar queda no consumo de alimentos. Mas um olhar mais atento e profissional aos fundamentos não deixa qualquer dúvida: o mundo está no limite! Aproveitando o longo período de altos estoques e preços no chão a demanda disparou. Só que daí vieram as perdas de produção, por graves problemas climáticos, e o “FIQUE EM CASA”, quando o “CORONAMONEY” tomou conta do mundo. De um lado os campos rendiam menos, e de outro o contrassenso de paralisar a indústria, trancar a população em casa e garantir subsídios para que continuasse consumido, virou o mercado de alimentos de pernas para o ar. O resultado não poderia ser outro!