
Aimé Pallière foi um escritor e jornalista francês entre a virada do século 19 e início do século 20. Antes de decidir aceitar as sete leis universais com seu único modo e crença de vida, Aimé Pallière foi um convertido ao catolicismo. Mas percebendo haver uma necessidade interior e saber mais sobre a verdadeira crença no Criador, Aimé Pallière iniciou um estudo sobre o quê os textos hebraicos falavam sobre o processo de criação das setenta nações e do povo de Israel. Assim sendo, aos poucos toda a verdade ocultada pelo Erev Rav foi revelada. Aimé Pallière aceitou a resolução do mestres Talmúdicos de que após o dilúvio Noé e sua família receberam 7 ordenanças básicas e que depois de alguns milênios o Criador entregou a terra de Israel aos descendentes de Abraão para serem guardiães desta verdade afim de que o Criador não mais precise inundar a Terra novamente para levar a humanidade à fazer teshuvá. Aimé Pallière reconheceu o povo de Israel como a nação sacerdotal, não que o Criador considerasse os filhos de Abraão os únicos responsáveis em cuidar do mundo, mas eles eram filhos do justo Abraão que na época da idade do Bronze foi o único a persistir em acreditar e seguir apenas à Hashem e combater a idolatria. Assim, Aimé Pallière inicou várias publicações demonstrando as várias facetas cientifícas e históricas de como as sete leis universais são parte de todo o objetivo da existência de Israel. Ou seja, na era messiânica cada pessoa não-judeu saberá da existência das sete leis universais e junto à Israel serão uma só pessoa contemplando a misericórdia, bondade e justiça do Único e verdadeiro Criador. Aimé Pallière, que sua memória seja sempre lembrada. Fonte colaborativa sobre : http://www.wikinoah.org/en/index.php/Aime_Palliere, https://fr.wikipedia.org/wiki/Elie_Benamozegh