
Por que pagamos para sentir medo? O que nos leva a entrar em salas escuras de cinema ou subir em montanhas-russas apenas para gritar e, logo em seguida, rir? Neste vídeo, mergulhamos nas profundezas da experiência humana para entender o fenômeno do susto controlado e do horror como entretenimento. Exploramos como o susto funciona como um atalho biológico necessário para a sobrevivência, mas que, enquanto seres culturais, convertemos em jogo e arte. Analisamos a economia emocional por trás da sensação de perigo sem o dano real, onde a mente sabe o que o corpo demora a processar. Baseado em: Edmund Burke's Aesthetic Ideology: Language, Gender and Political Economy in Revolution de Tom Furniss; The Role of Imagination in Kant’s Theory of Empirical Concept Formation, de Samantha Matherne; https://iep.utm.edu/zizek/ https://plato.stanford.edu/entries/baudrillard/ Natureza do horror: desavenças entre Noël Carroll e Robert C. Solomon Este episódio foi possível graças ao apoio de Sabiá Gestão de Marcas. Use nosso cupom NPC10 e fale com eles para dar vida à sua marca: Instagram: @sabiamarcas WhatsApp: (16) 99222-7672 Site: sabiamarcas.com.br Encontre o Não Precisa Copiar em: Site: nprecisacopiar.com.br Instagram e Twitter: @nprecisacopiar Apoie no Catarse: catarse.me/nprecisacopiar E-mail/Pix: nprecisacopiar@gmail.com Música: The Manuu