"[Vivemos] Esse momento de possibilidades da mulher se assumir e se apoderar, é um direito dela, mas isso sempre aconteceu de uma forma muito íntima. Esse sentimento era muito isolado. Acho que agora ela utiliza isso em sociedade, se torna mais participativa, ela divide com outras mulheres seus pensamentos, então isso veio fortalecer ainda mais a mulher", conta.