
O Estoicismo é uma escola de filosofia fundada na Grécia Antiga. Esta filosofia busca ter uma boa vida focando apenas no que é possível controlar, deixando de sofrer por aquilo que não está no controle humano, afirma o filósofo Massimo Pigliucci no livro A Handbook for New Stoics. A guide to the good life: The Ancient art of Stoic Joy A Dicotomia do Controle (o filósofo estoico Epicteto), também conhecida como “Hierarquia de Controle” ou “Princípio da Distinção”, é um dos pilares centrais do Estoicismo. Ela se baseia na ideia de que existem coisas sobre as quais temos controle direto e outras sobre as quais não temos controle algum. Tricotomia do controle Existem coisas sobre as quais temos controle total, coisas sobre as quais não temos controle algum e coisas sobre as quais temos algum controle, mas não total. Exemplo do jogo de tênis: Ganhar uma partida de tênis: não está completamente no nosso controle. Envolve: quanto eu pratiquei, praticar muito e me esforçar muito pode não garantir que vencerei, mas certamente afetarão minhas chances de vitória. Minha vitória no tênis é, portanto, um exemplo de algo sobre o qual tenho algum controle, mas não total. Assim, seu objetivo ao jogar tênis não será vencer uma partida (algo externo, sobre o qual ele tem controle apenas parcial), mas sim jogar o melhor que puder na partida (algo interno, sobre o qual ele tem controle total). Ao escolher este objetivo, ele se poupará de frustrações ou decepções caso perca a partida: Como não era seu objetivo vencer a partida, ele não terá falhado em atingir seu objetivo, desde que tenha jogado o seu melhor. Sua tranquilidade não será perturbada. 😉 Próximas Reflexões da Nati - segundas-feiras 15:15h (horário de Brasília)