
Na quinta-feira (3), o comandante do Exército decidiu por não punir o ex-ministro e general da ativa, Eduardo Pazuello por participar de ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . A decisão gerou forte reação entre militares, congressistas, integrantes do Judiciário e organizações da sociedade civil. Com isso, os generais à frente de tropas da Força se viram obrigados a tomar atitudes estratégicas para tentar conter possíveis danos.