
O ex-diretor de logística do Ministério da Saúde demitido após a revelação de que teria feito um pedido de propina na negociação de vacinas foi o responsável por aprovar e autorizar a reserva de R$ 1,6 bilhão para o pagamento do imunizante indiano Covaxin. As informações são da Folha. Segundo o jornal, Roberto Ferreira Dias destravou o dinheiro em 22 de fevereiro deste ano mesmo com documentos básicos para o negócio estarem em falta, como contrato e regularidade fiscal na Índia.