
Qual a origem do prazer diante da estética do horror, do sangue e da morte? Por que pessoas sentem prazer ao assistir a filmes violentos ou passam vagarosamente diante de um acidente de trânsito? Consumir a violência em produtos televisivos ou dos “coliseus” do mundo moderno é de todo ruim? No episódio de hoje tentamos lançar algumas provocações sobre essas questões, jogando com a possibilidade de o ser humano ser constituído, dentre inúmeras outras coisas, por um impulso destrutivo que em si não é bom nem mal, mas sua aplicabilidade, essas sim, podendo ser positiva ou negativa. Em termos de violência enquanto afeto, o que nos separa, afinal, de um facínora: a natureza ou se trata apenas de uma questão de gradação?