
Uma conversa informal e transparente de todo percurso de sua vida pessoal e acadêmica até chegar à psicanálise. Imperdível! Confira! Sérgio Kaio é Analista Didata e Diretor Científico do Grupo Psicanalítico de Curitiba e também Membro Associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de S. Paulo. 1. EXERCÍCIO PROFISSIONAL: 1.1 - Médico Psiquiatra do Hospital :1971 -2001. 1.2 – Diretor Geral do Hospital Pinel: 1976 – 1977. 1.3 – Diretor Clínico do Hospital Pinel: 1977 – 2001. 1.4 – Professor do Departamento de Medicina Forense e Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade federal do Paraná: 1974 -1979 1.4 - Presidente do Núcleo Psicanalítico de Curitiba: 1999 – 2001. 1.5 – Membro Fundador e Diretor Científico do Grupo Psicanalítico de Curitiba. 2014 até a presente data. 2. TÍTULOS PROFISSIONAIS 2.1 - Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria. 2.2 - Membro Associado (tramitando a Efetivo) da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e da Federação Brasileira de Psicanálise. 2.3– Membro Fundador e Efetivo com Função Didática e Docente do Grupo Psicanalítico de Curitiba; 3. PREMIAÇÃO 3.1 - 1999 - Recebeu o “Prêmio Mário Martins” para Membros Associados no XVII Congresso Brasileiro de Psicanálise, Rio de janeiro, 21-24 de abril de 1999, com o trabalho: “Desvelando o Mundo Mental Primitivo: Do terror inominado às construções sonhantes delimitadoras do espaço psíquico. Relato de uma experiência clínica”. Poemas: BELEZA E VERDADE Morri pela beleza, e mal estava Ao túmulo ajustado, Alguém veio habitar a sepultura ao lado (Defendendo a verdade), Baixinho, perguntou: “Por que morreste?” “Pela beleza”, respondi. “E eu, pela verdade”. Somos ambas uma só. “Somos irmãos”, me disse. E assim, como parentes que à noite se encontram, Entre os jazigos conversamos. Até que o musgo alcançou nossos lábios E cobriu nossos nomes. Emily Dickinson (1830 – 1883) DEPOIS DE TUDO De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos Sempre a começar... A certeza de que é preciso continuar... A certeza de que podemos ser interrompidos Antes de terminar. Por isso devemos: Fazer da interrupção um caminho novo Da queda um passo de dança... Do medo, uma escada... Do sonho uma ponte... Da procura, um encontro. (Fernando Sabino)