
O calendário comercial-normativo-judaico-cristão concede um dia para todas as mães que, exaustivamente, dedicam o juízo a gestar e educar gente para o mundo. Na iminência da data, todos buscam maneiras para legitimar o amor àquela que lhes deu a vida, o sono, a comida, a casa. O rótulo padrão de mãe com flores em um coração precisa ser revisado. Afinal, quando nasce um filho, nasce uma mãe? Neste episódio, Yane Diniz conversa sobre maternidade real com a psicóloga Talita Queiroga. Para mais conteúdos acesse: www.nossafala.com.br