
A aceitação mais importante é aquela que acontece dentro de casa. Esse é um dos resultados da pesquisa “Nós que mudamos, eles não”, do demógrafo Samuel Araújo Gomes da Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tese que, pela excelência e ineditismo, venceu o Grande Prêmio de Teses UFMG e o Prêmio Capes de Tese 2022. No estudo, chama a atenção a relevância das famílias na aceitação da sexualidade de seus filhos durante a infância e a adolescência, períodos em que muitos traumas acontecem. “As famílias ainda não conseguem tratar sexualidades diferentes da heterossexualidade como uma possibilidade desde cedo”, comenta Samuel. Foto: Leo Pinheiro