
A propaganda se apoia em um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e chega a insinuar que as águas estão mais limpas que antes do crime. A pesquisa foi conduzido pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e analisou amostras da água de abril, maio e agosto de 2019 e de março de 2020.