
Enquanto o número de registros por coronavírus explode no país, os trabalhadores de Furnas correm o risco de ficar sem a cobertura do plano de saúde. Para lutar contra esta perda de direito, desde o dia 17 de janeiro, os eletricitários de Furnas estão em greve. A categoria denuncia que a Eletrobrás reajustou de 10% para 40% o valor cobrado pelo plano de saúde. A mobilização, que começou em Minas Gerais, já se expande para outras subsidiárias da Eletrobrás, como a CEPEL, CGT Eletrosul, Chesf e Eletronorte.