
A greve dos trabalhadores e trabalhadoras do metrô de Belo Horizonte começou na segunda-feira (21). Os trens estão funcionando de 10h às 17h, em horário decidido pelos funcionários em assembleia, conforme informa o Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindimetro). A escala vai contra o que requereu a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa estatal proprietária do metrô, à Justiça. O Tribunal Regional do Trabalho determinou que a jornada do metrô fosse de 5:30 às 10h e de 16:30 às 20h. O que geraria menos perdas à própria empresa, mas vai na contramão do objetivo de uma greve. A paralisação dos trens continua nesta terça-feira (22) e segue por tempo indeterminado. Seis pontos sobre a greve do metrô de BH O Brasil de Fato MG conversou com Alda Lúcia Fernandes dos Santos, diretora de finanças e administração do Sindimetro, que levantou as explicações mais relevantes sobre a greve e que não estão sendo comentadas pela mídia comercial. Por exemplo, como o aumento extraordinário da passagem do metrô e a greve dos metroviários têm o mesmo “inimigo” comum.