
Os oito Centros de Referência em Saúde Mental (Cersam) de Belo Horizonte estão sob uma tentativa de desconstrução há meses, desde que o Conselho Regional de Medicina (CRM) pediu as suas interdições. A alegação principal foi que os centros não possuem médicos suficientes – motivo rejeitado por uma série de profissionais da área, que explicam que o equipamento de saúde não é “médico centrado”, ou seja, não precisa ser centralizado na figura do médico.