
Segundo informações de bastidores obtidas pelo Brasil de Fato, até a última quarta-feira (17) a família teria aceitado pagar R$ 128 mil, que correspondem aos direitos subtraídos desde 1995. Naquela noite, no entanto, o advogado – e primo – dos empregadores, Victor Tarôco, informou aos procuradores que não havia interesse em fazer acordo para além dos R$ 19 mil. A reportagem ouviu o posicionamento da família a respeito do caso, por meio do advogado. A resposta encaminhada por Tarôco foi incluída na íntegra ao final desta matéria. Mais de mil trabalhadores foram resgatados em condições degradantes este ano no Brasil, segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). Em 2020, Minas Gerais foi o estado com maior número de resgates, com 351 casos, seguido por Distrito Federal, Pará, Goiás e a Bahia.