
Miriam Estefânia: "O arroz vai cheio de água, o feijão com pedra, a carne crua. Quando eu vi a comida, meu estômago revirou. O ovo mexido, não sabia se era vermelho, se era azul. Eu tomei um suco e fiquei três dias passando mal”, relembra. “Aí você pensa: isso não é comida para fornecer a uma pessoa privada de liberdade, nem a um trabalhador que está fazendo 12 horas de plantão".