
De acordo com dados do Instituto Ipec, os evangélicos representam 25% do eleitorado brasileiro e 16% do total declara que se importa com a religião do candidato. O público tem ganhado destaque nas disputas eleitorais, sobretudo após o pleito de 2018. As pautas da comunidade foram apropriadas por diversos candidatos, inclusive pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, na avaliação de líderes evangélicos, há uma distorção das propostas e anseios da comunidade, sobretudo em discursos de candidatos da extrema direita. Mas, o que desejam os evangélicos nas eleições de 2022?