
No Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, Almira Wanderlei, 52 anos, exibe com alegria o novo documento com o nome que usa no dia a dia e o gênero com o qual se identifica. Para conseguir isso, ela e outras pessoas transexuais tiveram toda a orientação no Centro de Atendimento à Vítima (CAV) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).